tratamentos dependência química 9

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tratamentos dependência química 9

5 Tipos De Tratamento Para Dependentes Químicos
Por ser um problema multifatorial, que tem a influência de diferentes aspectos, entendo que cada caso exige uma abordagem específica, que respeite as individualidades dos pacientes. Acredito e defendo que a dependência química deve ser tratada com toda a  seriedade que merece. Hoje em dia, existem diversas maneiras de tratar essa doença séria, e é exatamente sobre isso que vou falar com mais detalhes a partir de agora.
O relacionamento com familiares e amigos sofre uma vez que o indivíduo dependente manifesta sintomas da abstinência e tem condutas inapropriadas. Dessa maneira, as pessoas próximas sofrem tentando ajudá-lo ou observando o seu sofrimento. Há, sim, diversas opções de tratamento para dependência química disponíveis atualmente, sendo que muitas vezes diversas terapias são utilizadas em conjunto para obter os melhores resultados. O ideal é que essas intervenções terapêuticas combinadas sejam feitas em instituições especializadas e que disponibilizem uma equipe multidisciplinar, composta por médicos clínicos, psiquiatras, psicólogos, assistente social e outros.
ajuda profissional especializada é a melhor e mais segura opção. Uma equipe confiável, multidisciplinar e capacitada pode trabalhar junto  ao dependente, solucionando questões físicas, psíquicas e emocionais. Por esses motivos, contar com ajuda profissional especializada é a melhor e mais segura opção.
Englobaram-se aqui características que demonstraram que o fim da internação é vista como a saída da drogadição. Embora se possa pensar que nas demais categorias e subcategorias citadas também esteja previsto o abandono da droga, apenas três dos entrevistados citaram em suas respostas que ao sair pretendem ficar longe das drogas. Isso pode estar associado com o abandono da droga ser visto como algo que já acorreu pouco antes da internação, ou até mesmo por não saberem ao certo se conseguirão ficar sem fazer uso das mesmas. Durante o processo, o autoconhecimento é trabalhado no paciente, para que ele compreenda sua condição, limites e tendências em relação ao consumo de substâncias. Na primeira etapa, o paciente é acolhido e acontece uma conversa com o profissional. Essa conversa acontece para entender mais sobre as queixas e as relações sociais e familiares do indivíduo.
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Sobre o motivo da internação, a característica marcante que apareceu nas entrevistas, a busca por mudanças, ocorre como uma consequência do abandono da droga. Percebe-se que essa transformação engloba mudança de vida e de hábitos e, ainda, pode trazer-lhes melhora na saúde já que a droga é vista como uma doença. Ao falar sobre ressocialização percebe-se que os entrevistados acreditam que podem fazer parte da sociedade se estiverem longe das drogas, e o tratamento pode ser a fonte primordial para que consigam realizar esse processo.



A dependência química, além de doença, também é caracterizada como um tipo de transtorno mental. Isso porque o uso excessivo e descontrolado de drogas acaba por alterar a percepção do dependente químico, que muitas vezes não tem consciência da sua situação.
Ela é indicada para casos em que o indivíduo dependente não consegue lidar com a dependência e, de preferência, deve ser feita de modo voluntário. Todavia, às vezes o dependente está tão doente que se recusa a fazer o tratamento, podendo ser necessário interná-lo de modo compulsório. Essa decisão deve ser tomada em conjunto com especialistas, como o psiquiatra e o psicólogo. Outro ponto de destaque é que transtornos mentais podem ser identificados ao longo do processo. O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) identificou que cerca de 35 milhões de pessoas ao redor do mundo sofrem com algum tipo de transtorno por conta do uso de drogas, sendo a depressão o mais comum. O processo não costuma ser simples e requer o apoio contínuo de pessoas queridas, além de muita determinação da parte do dependente.
A compreensão das características desse relacionamento é, portanto, essencial para o sucesso do tratamento. Por meio de uma intervenção multiprofissional é possível alcançar resultados mais satisfatórios na reabilitação do paciente. Quando se trabalha em equipe, o compartilhamento de ideias ajuda a perceber, com mais clareza, a necessidade de eventuais ajustes para tornar as terapias escolhidas ainda mais eficientes.